Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011

Tranquilidade

.Quando fechar a porta
Vou surripiar a luz
os cacos se extinguem pelas frestas
Encontro marcado com a escuridão


Eis-me ao balcão
duas partes de fel numa de tranquilidade
Servido por um diabo fiel


Cintilo pela noite
Durante um segundo estroboscópico
Embriagado pelo rumor hipnótico
De uma música que irei esquecer


Doer-me [em tranquilidade]
Plantar nuns versos a verdade
Roer a corda que me segura à realidade.

publicado por Buraco Negro às 23:36
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o Buraco


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