Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

...

.Na gaveta dos sonhos

Com puxadores feitos de lâminas dispostas numa geometria defensiva

Nos olhos banhados por ventos ora salgados, ora ácidos

Que se condensam em lágrimas que jamais irás compreender


Mãos de Pai

Arrastadas por uma pele semeada de frio

Olhos de Mãe

Sepultados no brilho fátuo daquele olhar


Abraço escorreito e difuso

Mas apertado como jamais irás compreender


No jardim estéril que é o futuro

Nas palavras tuas decifradas por entre o silêncio

Num passado demasiado estreito para alcançar.


publicado por Buraco Negro às 23:39
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o Buraco


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